
Luís Novais apresenta o primeiro romance - "Quando o sol se põe em Machu Pichu"
A Biblioteca Pública de Braga, com a colaboração da Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho, vai promover a apresentação do primeiro romance de Luís Novais, intitulado “Quando o sol se põe em Machu Pichu”.
Luís Novais nasceu em Braga em 1966 e é licenciado em História e Ciências Sociais pela Universidade do Minho, tendo sido presidente da respectiva Associação Académica e presidente da Assembleia-Geral da Associação dos Antigos Estudantes. Foi professor na Escola Secundária D. Maria II, adjunto do Ministro da Educação e empresário.
Há 2 anos decidiu dar corpo a uma antiga aspiração: deixou a actividade empresarial e começou a escrever obras de ficção, tendo já concluído 3 romances.
Um deles, Quando o sol se põe em Machu Pichu, acaba de ser editado pela Esfera do Caos e vai ser apresentado em Braga pela cineasta António Pedro de Vasconcelos, que afirma, referindo-se a Luís Novais, que estamos perante um autor original e uma voz forte no meio da esquizofrenia que é a criação romanesca em Portugal.
A sessão de apresentação deste romance realiza-se no Museu Nogueira da Silva (Av. Central, Braga) no próximo dia 30 de Abril (Quarta-Feira), às 21.30h., com entrada livre.
Sobre o Autor

Um dia perguntaram-lhe quem seria ele na tripulação dum barco. Respondeu que o barco seria um veleiro e que ele seria o vento.
E é com a mesma energia do vento que tem abraçado os projectos por onde tem passado. “Não me orienta a vontade de liderar. Motiva-me sonhar. Sonhar é o vento da concretização. É a força que faz mover o mundo”.
Natural de Braga e nascido em 1966 é o mais velho de uma família de cinco irmãos.
É licenciado em História e Ciências Sociais pela Universidade do Minho onde foi presidente da respectiva Associação Académica e presidente da Assembleia-Geral da Associação dos Antigos Estudantes.
Foi professor estagiário de História (Escola secundária de d Maria II, em braga), adjunto do Ministro da Educação e empresário.
Como empresário colaborou com diversos artigos em jornais e revistas nacionais.
Em 2006 resolveu dar corpo a uma antiga aspiração: largou a actividade empresarial e começou a escrever.
Até Dezembro de 2007 escreveu três obras de ficção: Quando o Sol se Põe em Machu Pichu”, “Amanhã o Futuro” e “Os Parricidas” (as duas ultimas a publicar brevemente).
Neste momento está a trabalhar num quarto livro.
Mora entre Braga, Lisboa e o resto do mundo. “Vivo algures num ponto indeterminado. Um ponto que fica entre a realidade e o sonho. Sonho que é sonho da própria realidade ou que é realidade sonhada”.




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